segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Soneto de la carta

Federico Garcia Lorca: in Poesias Completas - 2001

SONETO DE LA CARTA

Amor de mis entrañas, viva muerte,
en vano espero tu palabra escrita
y pienso, con Ia flor que se marchita,
que si vivo sin mí quiero perderte.

El aire es inmortal. La piedra inerte
ni conoce Ia sombra ni Ia evita.
Corazón interior no necesita
Ia miel helada que Ia luna vierte.

Pero yo te sufrí. Rasgué mis venas,
tigre y paloma, sobre tu cintura
en duelo de mordiscos y azucenas.

Llena, pues, de palabra mi locura
o déjame vivir en mi serena
noche dei alma para siempre oscura.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Sem Remédio

Florbela Espanca in Livro de Mágoas - 1978
Aqueles que me têm muito amor
Não sabem o que sinto e o que sou ...
Não sabem que passou, um dia, a Dor
À minha porta e, nesse dia, entrou.

E é desde então que eu sinto este pavor,
Este frio que anda em mim, e que gelou
O que de bom me deu Nosso Senhor!
Se eu nem sei por onde ando e onde vou!!

Sinto os passos da Dor, essa cadência
Que é já tortura infinda, que é demência!
Que é já vontade doida de gritar!

E é sempre a mesma mágoa, o mesmo tédio,
A mesma angústia funda, sem remédio,
Andando atrás de mim, sem me largar!


quinta-feira, 7 de julho de 2011

CONFRADES

                                  
Depois do imemoral transe, a irmandade se reuniu.
Os cavaleiros, espadões, desafiando o tempo e o espaço, fizeram do domingo um dia de luta...
Vencedores!
Arre!!!!! cavaleiros confrades....
Num só coro!
BACO!
BACO!
BACO!





Da esquerda para a direita: Ygor, Leo, Isaías, Cajú, Max